"NAO ESTOU DE ACORDO COM O QUE DIZES, MAS

DEFENDEREI ATÉ A MORTE TEU DIREITO DE DIZÊ-LO!"

EVELYN B. HALL (atribuida a Voltaire).



martes, 21 de octubre de 2014

MDM, nós já fomos “às Urnas”!



Você sempre fez acreditar que lá nas urnas
Nossa decisão seria respeitada
E zombou daqueles que “sempre andam com mania de que foram roubados”.
Desta vez nós fomos,
E fomos em massa
A depositar nosso voto
Esperando ver a magia em que você nos fez acreditar: Votou-ganhou.
E é agora que você,
Você mesmo
vem com o cântico dos perdedores
Vociferado em megafones
De que houve roubo
E você foi defraudado.
Você repete exatamente aquilo que descartou
E publicou ser mania de uns sei la que!...

Que?
Onde está o seu pé direito?
Você quer nos distrair?
Quer nos desnortear?
Há muito que nós não afluíamos as urnas
De bem convictos que estávamos
De que eles são sempre assim e dão sempre no mesmo:
Nos já teríamos ido às nossas distrações.
Teríamos feito laser fora do prazer de quem nos quer
 de entulho do escombro que sobejou dos campos de reeducação.
Mas nós fomos, fomos votar confiantes nos seus apelos
E votamos em massa
Muitos de nós, digo a maioria respondeu o apelo
E apontou para a mudança, diga-se, para a mudança fiável:
Depositou o voto para quem lhe libertou do jugo do marxismo-Leninismo-Maoismo,
Que lhe devolveu a liberdade religiosa e direito de falar,
Que abre a boca para dizer que isto anda mal e,
Na casa do povo, não aplaude por tacho.

Seja como for e a quem tenhamos votado, nós lá fomos às urnas,

Queremos nosso voto, como você nos fez acreditar!

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