"NAO ESTOU DE ACORDO COM O QUE DIZES, MAS

DEFENDEREI ATÉ A MORTE TEU DIREITO DE DIZÊ-LO!"

EVELYN B. HALL (atribuida a Voltaire).



viernes, 31 de octubre de 2014

NIKUV, "take place away"

This is my country. Go there. This is not Israel, this is Africa. African worldwide is for african people. African people need not your hands to cook rubbish for them. There is not haven for you.

martes, 21 de octubre de 2014

MDM, nós já fomos “às Urnas”!



Você sempre fez acreditar que lá nas urnas
Nossa decisão seria respeitada
E zombou daqueles que “sempre andam com mania de que foram roubados”.
Desta vez nós fomos,
E fomos em massa
A depositar nosso voto
Esperando ver a magia em que você nos fez acreditar: Votou-ganhou.
E é agora que você,
Você mesmo
vem com o cântico dos perdedores
Vociferado em megafones
De que houve roubo
E você foi defraudado.
Você repete exatamente aquilo que descartou
E publicou ser mania de uns sei la que!...

Que?
Onde está o seu pé direito?
Você quer nos distrair?
Quer nos desnortear?
Há muito que nós não afluíamos as urnas
De bem convictos que estávamos
De que eles são sempre assim e dão sempre no mesmo:
Nos já teríamos ido às nossas distrações.
Teríamos feito laser fora do prazer de quem nos quer
 de entulho do escombro que sobejou dos campos de reeducação.
Mas nós fomos, fomos votar confiantes nos seus apelos
E votamos em massa
Muitos de nós, digo a maioria respondeu o apelo
E apontou para a mudança, diga-se, para a mudança fiável:
Depositou o voto para quem lhe libertou do jugo do marxismo-Leninismo-Maoismo,
Que lhe devolveu a liberdade religiosa e direito de falar,
Que abre a boca para dizer que isto anda mal e,
Na casa do povo, não aplaude por tacho.

Seja como for e a quem tenhamos votado, nós lá fomos às urnas,

Queremos nosso voto, como você nos fez acreditar!

domingo, 12 de octubre de 2014

Preparativos do Desenlance


Fraude coordenada

Os órgãos de administração eleitoral permitiram a duplicação de cartões.
As organizações do partido no poder recrutaram terceiros para terem duplicados de cartões. Também recrutaram “sabotadores”.
A polícia está treinada para “manter a bom andamento do processo de votação”.
Funcionamento.
Tudo se fará para que o processo seja lento: esta manobra terá por objetivo fazer com que grande parte dos eleitores inscritos no local não votem e permita-se completar a diferença com votos ora preenchidos anteriormente ora com votos dos cartões duplicados de gente recrutada.
Para poder retardar mais o processo os “sabotadores” irão criar agitações que façam com que os “agentes da Lei e Ordem” se aproximem para repor o “normal andamento” e farão o mais demorado possível para que a votação seja o mais lento possível e, por outro lado, os polícias terão justificação para estar o mais próximo possível das mesas de votação, para criar medo.

Passado das doze horas os policias, usando dos mesmos métodos para se aproximarem das mesas, irão de novo ‘intervir” para repor a ordem e desta vez receberão ordem dos presidentes de mesa para “dar prioridade aos idosos”, momento o qual os policias farão uma engenhosa campanha enganando os idosos selecionados em língua local a “indicar, no Boletim, o candidato a quem não gostam.

lunes, 29 de septiembre de 2014

Deixem o homem governor!

O povo o escolheu, foi vontade do povo, respeitem.
Sobe, sobe o homem no meio a grande vociferações dos seus opositores quase inimigos. Experiente pela dureza da vida a que foi sujeito, temperado de carácter pelas sevicias recebidas, decidido em fazer o que tem projectado, ponderado e serio. Merecimentos tem para orientar a locomotiva como bom maquinista, aliás decide e faz, ordena e se cumpre; quem ignora. Já chega: não volteis a dá-lo nomes sujos, ele não é inimigo é irmão, filho do povo, pai querido vovô acarinhado. Não mexam mais com ele, não busquem mais vergonhas, as multidões mostram que não estão a favor de vossa propaganda barata. Há muita pólvora no barril, não alimenteis as combustões. É só uma vez, um único mandato e ele vai descansar, e acredito, satisfeito: ele não é ganancioso, quer apenas demonstrar o que é governar.
Levanta-te Nelson Mandela, sopra sobre ele.

Senhor Deus, abençoai o homem que vos reconhece e defende vossos interesses. 

miércoles, 13 de agosto de 2014

Paz em Moçambique, mais uma vez as coisas começam mal!


Não quero alongar.
Passou por ai notícia do “Perdão” concedido.
É o sr. Armando Emilio Guebuza quem o concede. A quem? A RENAMO, ao sr. Afonso Dlakama.
Geralmente, o perdão é concedido por um ofendido ao seu ofensor. Neste caso o ofendido é o sr. Armando Emilio Guebuza e o ofensor o sr. Dlakama. O ofendido é o presidente da Republica e o ofensor o líder da RENAMO; o ofendido é o governo e o ofensor o maior partido da oposição… alguém tem que perdoar e outro tem que ser perdoado. O senhor Guebuza, em nome de quem e do que quer que seja está perdoando, acolhendo junto de si alguém que defraudou, um culpado de quem se está absolvendo. Isto está errado. Principio errado para fim nobre. Parem com brincadeiras. Se é o Estado quem está perdoando o/s seu/s cidadão/s então haja seriedade: retire as células do partido, distribua o bolo com equidade, seja sério nos pleitos eleitorais, respeite a liberdade de expressão, trate a todos por igual.
Se em nome do governo que o faz: respeite a oposição e acabe com as perseguições, intimidações e extermínio dos que pensam e se expressam ao contrario, acabem presenças na casa do povo para insultar a oposição, parem de descriminar os “não camaradas” e nada de mordomias, …
Se é em nome do partido: que va pra o inferno!
Se é em nome pessoal: coitadinho do homem!
Agora pois não tem o sr Afonso Dlakama que perdoar? Em nada terão sido ofendidos os da RENAMO de que tenham que perdoar?

Disse que não queria alongar. Termino apelando seriedade nesta questão: não continuem tratando por brincadeiras assuntos sérios da nação; tome-se a pau e a fundo!