Tem se muitas vezes falado de unidade nacional e ate' se criam dispositivos legais para que a tal unidade se torne um ganho imperdivel, porem, em muitos casos fica uma esquecida ou menosprezada uma questao chave: A RECONCILIACAO, sem a qual nao e' possivel construir um todo coeso entre os homens.
Nas nossas historias ha muita coisa que nos feriu e nos vai segmentando. Para a cura dessas lesoes se usam palavras bonitas e se fazem discursos que a alguns trespassam a alma por sentir-se duas vezes oprimidos: uma ofendidos a priori e outra forcados a fazer parte de um segmento que os estigmatiza. E' como se o opressor afirmasse sua posicao de impor seu jugo. Casos ate' ha' em que os menos informados continuam a propalar mentiras inventadas no passado tendentes a denigrir imagens de sujeitos ou grupos que para alguns eram indesejaveis seja por que fosse.
Se apostamos em construir juntos teremos forcosamente que olhar para o passado e com muita coragem e humildade saber dizer: "Errei! por favor , perdoe-me. Caminhemos Juntos". Caso contrario estaremos construindo monumento a Idamin Data que afirmava ser o amado do povo de Uganda, ese mesmo que lhe destruiu tal monumento.
"NAO ESTOU DE ACORDO COM O QUE DIZES, MAS
DEFENDEREI ATÉ A MORTE TEU DIREITO DE DIZÊ-LO!"
EVELYN B. HALL (atribuida a Voltaire).
DEFENDEREI ATÉ A MORTE TEU DIREITO DE DIZÊ-LO!"
EVELYN B. HALL (atribuida a Voltaire).
domingo, 8 de abril de 2012
miércoles, 21 de marzo de 2012
Mortos que não deixam de falar
Os há e não são poucos.
Em sua maioria foram quase todos silenciados.
Eram tão eloquentes mais com a vida que com palavras.
Homens e mulheres de espirito recto, sem ambiguidades, com visão,…
Por sua honestidade e arte de bem servir ao proximo criaram inimizades com outros menos éticos: careceram de odio por dizer o que pensavam com muita naturalidade.
Tão eloquentes que seus adversarios não conseguiam manter postura diante deles e a ‘solucao’ foi acabar com eles e lhes tiraram as vidas e pensaram terem conseguido a comodidade necessaria à sua mediocridade e infrahumanidade.
Porém, é precisamente agora, já mortos que eles falam muito bem alto e se fazem mais incómodos.
E agora que não dá mais para silencia-los seus opositores não podem ficar mais sossegados: como é duro combater a um morto e como e dificil escaper de suas acusações.
Processos que se realizaram sumariamente para tudo terminar ficam pendentes para todo o resto da vida.
Ó inimigos dos humanos, tornai-vos gente humana e aprendei a conviver com a diferença de opinioes, de prestigio e de forma de ser e aceitai os outros; livrai-vos da inveja e deixai de gastar energias caçando vitimas inocentes e até inofensivas.
Muitos de vocês acabarão como eles, mas vós “meritoriamente”, pois vossas acções carecem de tal premio. Ao menos se soubesseis reconhcer e pedir perdão, mas vossa gigantesca carga ambiciosa não permite-vos verger-se e ser seres humanos comuns. Vossa ansiedade de vitorias vos tornou demasiado erguidos e agora não tendes como viver humanamente, somente propagandeando vossos feitos vergonhosos tentais apagar o peso da consciência.
Eis que o sangue de vossos semelhantes brada até ao céu e seu grito se fará ouvir enquanto durar vossa arrogancia: os mortos bem mortos serão para sempre os vivos mais vivos.
Não gasteis tempo e energia e recursos querendo presentear-nos com herois que não são: “Nós conhecemos os nossos herois”
lunes, 12 de marzo de 2012
OS PROJECTOS DOS MALVADOS NUNCA DAO DE TODO CERTOS
Basta olhar para o caso de um certo nazareno de nome Jesus _ é tempo de preparação para a grande festa crista, a Pascoa e julgo não estar descontestualizado _ a quem ,por ambição, as autoridades de Jerusalem acusaram diante da “autoridade judicial internacional” máxima da época, aos juizes romanos com uma sentença de antemão estabelecida: a morte. De facto era um extranho que se fizera muito acorrido e popular até mesmo na capital da nação onde se concentrava todo o `poder: politico, militar, judicial, religioso,... as massas já o apelidavam por rei, depois de bem sabido que o conheciam por “o Profeta”, o Doutor e Mestre e miutos dos mais distinguidos titulos socio-politico e religiosos _ e não sem razão, sua postura humana, seu talante ético, sua alteridade incomum eram admiraveis e merecia bons atributos.
Diante dos sedentos de poder uma grande impostura e infâmia isso de alguém de uma provincia qualquer vir ser lider na capital e arrastar para si uma grande multidao: não havia recurso senão exterminá-lo e acabar de uma vez por todas com ele.
Porém estavam diante de certas adversidades a saber: o povo que poderia amotinar-se e protestar contra a morte de quem o percebia e levava a peito as suas ansiedades e o Direito Internacional, para além do direito próprio. Diante deste último eles dizem: “Não nos é permitido tirar a vida”. Para sanar a questão delegam o caso à sanção do Direito Internacional, mas os magistrados não encontram motivo para matar um ser humano a quem se sabia que fora levado em juizo por inveja. Para fintar uma presumivel manifestação do povo a favor desse galileu, presumivel rei dos judeus, decidem fazer tudo à noite e num processo tão sumário que ao raiar da manhã estivesse tudo acabado e o povo não se apercebesse do sucedido: o homem morto e tudo tranquilo para preparar a grande festa socio-religiosa que se celebraria dentro de dois dias.
Porém, nem tudo deu como estava projectado: conseguiram matar o homem com muita dificuldade, o povo se apercebeu de tudo; a investigação do crime pelo qual deveria ser morto foi demasiado ponderada que excedeu o tempo previsto (até a manha seguinte), a multidão se apercebeu e acorreu, a materia era infundada e, por isso, a autoridade judicial internacional não achou-a suficiente para condenação à pena capital.
Eis então que se gera um grande nervosismo por parte dos sedentos de vingança: agora todo argumento é valido contanto com que possa valer para a morte de um ser indesejado por sua fama: gritaria, ameaças, insultos, postura descabida de respeitaveis senhores (o cume da pirâmide governativa aviltando-se só para conseguir seu intento).
Repito: aqueles que sabiam que estavam por lei impedidos de matar aliciando tanto aos estranhos como aos concidadaos para conseguir a morte de um semelhante a quem o veredito judicial o reconhecera inocente.À medida que o tempo ia passando o nervosismo se incrementava: entram nas relaçães privadas do juiz e na sua liberdade de decisão para amedrontá-lo: “se não o matas não respeitas o poder central, pois nós atestamos que ele não respeita a autoridade e se o deixas vivo te fazes conivente, quanto a culpabilidade do seu sangue recaia sobre nós”. “Ele entregou-os para fazer o que queriam”. Curiosamente não se aproximaram demais do palco das últimas cenas para não se sentirem envolvidos em demasia e ver se conseguiam um bode expiatorio para quando a consciência o exigisse.
A custo conseguiram o objectivo imediato: a eliminação do impostor. Porém, o fim de primeira impostura marcava o inicio da maior e mais pesada impostura: desde o peso de consciencia até a total difamaçao em todos os niveis, nacional e internacional; seu prestigio baixou aos niveis nunca antes conhecidos: esses chefes que matam um cidadão inocente e inofensivo.
Pensar que vai ficar tudo encoberto não é senão tapar a cara com os dedos para fazer de conta que o sol escureceu.
martes, 21 de febrero de 2012
Cultura da mentira começa do cume e é com muita tristeza
É com e muita tristeza mesmo que seja assim. Nalgum momento pensei que fosse coisa de alguns e sobretudo dos porta-vozes do governo aparecer em público para negar evidencias ou contrariar informaçoes bem crediveis; que fosse de pessoas medrosas falar pela comunicaçao social contrariando o dito por nao dito; parecia-me que as pessoas fossem mal informadas ao colocar peças mal montadas em suas exposiçoes públicas mesmo que dando-se conta de que nao colam entre si para fabricar mentiras; nao me parecia normal que houvesse complacência em tentar mentir para ver se cola.
E com toda a tristeza de quem pode se entristecer fico triste ao notar que a mentira é pre-concebida, ensaiada e montade propositadamente para mentir por mentir e as pessoas sentem prazer em fazer isso.
E triste porquê. Por o Pai da mentira é o Diabo. Esses estao cumprindo taxativamente uma missao diabólica, e, se soubessem que Satanás nao tem nada de bom fugiram dele _, mas já está provado que o adoram, precisamente porque realizam as obras dele _. Esperem pelo momento da paga, ai a minha tristeza, pois sofre(m/rao) também muitos inocentes: mentira gera mentira, depois segue-se o ajuste de contas e o ajuste se vai desproporcionando ascentendo e o descontentamento aumento e é clandestinidade e para para clandestinidade monta-se um aparato de controle muito caro e cruel; e a repressao nao poupa nem aos calados e a vingança vai gritando por outra vingança e já nao há refugio seguro e todos pagam por isso e a terra se faz inferno e entao para quê viver; coraçao descontente com a vida semeia destruiçao e sentimento de humanidade perde-se.
E por fim, onde estamos? No reino da mentira: a lealdade desaparece entre os homens e estes até de suas sombras desconfiam. Mas foram eles que lançaram a semente!
Para o décimo congresso é obrigatorio contribuir seja-se ou nao do partido enquanto funcionario tem que se descontar. Respondendo a pergunta porquê assim em conversa de amigos, há duas semanas, um quadro sénior do partido respondeu que o congresso é a bem da naçao e por isso os cidadaos têm obrigaçao de zelar pelo seu bem. Vejo essa reportagem, hoje, no canal televisivo stv a contrariar tudo: ora os descontos sao expontaneos, ora é por iniciativa dos membros e simpatizantes e feita somente por eles,...
Mentem para quê? É obrigatorio contribuir para o congresso e a colecçao dos valores é feita forçosamente. Já estao mostrando que somos propriedade de uns seres semelhantes a nós, esses que dispoem de nós e podem fazer de nós quanto lhes apraz.
Façam: tempos houve em que se duvidava se preto e indio tinham alma, como quem diz, se eram pessoas, hoje, é para a pretilândia onde se poe muita atençao _ comentario disso nao faço agora. Continuem senhores patroes a machucar-nos e eu repiso: “O escravo liberta-se ao passo que o tirano perde-se”.
miércoles, 1 de febrero de 2012
Em terra que é nossa
Aqui, onde nosos pais nasceram, onde nossos antepassados viveram e morreram;
A terra que beijamos enquanto bebés, terra que é nossa, que nos viu nascer para a qual suamos;
aqui, nesta terra, gostariamos de ser livres para falar, livres para cantar, livres para contar o passado da nossa historia, livres para escolhermos o partido politico que alimenta nossas conviccoes e para selecionarmos as propostas que achamos mais convincentes para o nosso futuro e dos que virao depois de nós;
Livres para fundar nossas empresas, livres para fiscalizarmos as nossas contribuições, livres para dizermos que “isso não é serio e não nos ajuda para nada”, livres para escolhermos os nossos amigos e ser acompanhados por aqueles com quem simpatizamos independentemente de sua cor partidaria ou de suas conviccoes quaisquer que sejam (desde que não lesem a consciencia moral e o bem comum);
Mas é aqui onde somos obrigados a dizer “Sim, Senhor” e a engolir sapos por estas gargantas já ressequidas de tanta ânsia de gritar pela liberdade; temos que obedecer cegamente aos senhores do senhorio “terra nossa” que já nos perderam de controle e nos confundem com inimigos quando pensamos diferente e nos encarceram quando simpatizamos com outras ideologias e nos conotam de “reaccionarios” quando lhes dizemos que estao indo por um caminho que carece de endireitamento; e nos expulsam do aparelho do estado quando querem, e nos impedem de abrir nossos negocios enquanto não sacarem beneficio particular disso; e nos obrigam a escrever somente o que eles gostam; e nos fazem reprovar a seu belprazer; e, como se isso nao bastasse: aparecem ao público para negar seus feitos esses mesmos de que se orgulham ser “quem fez e qem faz”.
Nesta terra, já teriamos muitas micro e pequenas empresas e combateriamos a pobreza sem depender de emprestimos ardilosos dos quais nos prometem levar a cadeia por uns dinheirinhos, enquanto eles malgastam avultadas somas e ficam imunes; eles dilapidam bens do estado e são nossos pais, titios e irmãos que respondem criminalmente em lugar deles.
Eles e nós, todos nascemos aqui, mas eles nos levaram a dianteira e se fizeram senhores de nós; e se fizeram detentores dos beneficios e nós das obrigações, eles têm os direitos e nós os deveres, mas
Nós também somos daqui!
jueves, 12 de enero de 2012
Há quem defende África "da invasao do Ocidente"
Há quem defende África "invasao do Ocidente"
Para essa gente tudo o que do vem de lá, à excepçao das doaçoes que vao parar nas maos de certos açambarcadores, é nocivo. Esses até condenam o apoio as maiorias privadas de seu direito à liberdade por certas elites governativas do continente: nao lhes importa que uns poucos se apoderem de maior parte da nossa riqueza, ainda que esteja "depositada" lá mesmo no ocidente e a dar ganho também aos ocidentais. Estou de acordo que como principio geral "os problemas de Africa tenham que ter soluçoes africanas", mas isto nao tira que os africanos, em caso de necessidade tenham que estender a mao a quem quer que seja, incluindo o ocidente. África é nosso continente: de todos nós africanos e com espaço para os nao nasceram aqui e, por isso, todos temos os mesmos direitos, os mesmos deveres e as mesmas obrigaçoes.
Descolonizar Africa nao basta para dizer que somos livres: faz-se necessario democratizá-la, criar oportunidades para todos govrna-la com espirito recto e aceitar a vontade popular expressa tanto em urnas como de outras formas que ainda que nao legalizadas possam de gozar de legimidade a menos casuistica.
Africa é de todos nós: em Angola todos os angolanos, inclusive o povo de Cabinda devem ser ouvidos; Zimbabwe nao é de Mugabe; a bandeira moçambicana nao tem somente a cor vermelha;...
Para essa gente tudo o que do vem de lá, à excepçao das doaçoes que vao parar nas maos de certos açambarcadores, é nocivo. Esses até condenam o apoio as maiorias privadas de seu direito à liberdade por certas elites governativas do continente: nao lhes importa que uns poucos se apoderem de maior parte da nossa riqueza, ainda que esteja "depositada" lá mesmo no ocidente e a dar ganho também aos ocidentais. Estou de acordo que como principio geral "os problemas de Africa tenham que ter soluçoes africanas", mas isto nao tira que os africanos, em caso de necessidade tenham que estender a mao a quem quer que seja, incluindo o ocidente. África é nosso continente: de todos nós africanos e com espaço para os nao nasceram aqui e, por isso, todos temos os mesmos direitos, os mesmos deveres e as mesmas obrigaçoes.
Descolonizar Africa nao basta para dizer que somos livres: faz-se necessario democratizá-la, criar oportunidades para todos govrna-la com espirito recto e aceitar a vontade popular expressa tanto em urnas como de outras formas que ainda que nao legalizadas possam de gozar de legimidade a menos casuistica.
Africa é de todos nós: em Angola todos os angolanos, inclusive o povo de Cabinda devem ser ouvidos; Zimbabwe nao é de Mugabe; a bandeira moçambicana nao tem somente a cor vermelha;...
lunes, 2 de enero de 2012
Que Bom ter Você ai!
Entro em um ano novo, carregado!
Foi muito bom para mim ter caminhado consigo durante o ano de 2011, ano marcadamente distinto de muitos outros na historia global, de ‘Africa , de Moçambique e pessoal minha.
Sua presença desse lado foi tao marcante como o “despertar” do Norte de Africa ou a dita “primavera Arabe”; emocionante como o discurso de tomada de posse de Manuel de Araujo como novo edil _ desculpe, nao se ofenda por sua tendencia partidaria, eu nem sequer tenho partido_; de nao esquecer como me lembrarei sempre sempre da etraccao da quarta parte do meu figado…
Muita coisa começou no ano findo e, como parte dela começou nosso relacionamento por este meio você e eu. Esse relacionamento que espero que continue, se for sua preferencia, e para qual lhe peço perdao por aquilo que nao foi do seu agrado, ajuda e conselho para melhorar, e expresso gratidao por se ter posto a partilhar comigo as inquietaçoes, propostas, ideias, pulsar do coraçao e muito mais.
Conto consigo, em lhe insister que continue e rezo para que Deus lhe dê as mais abundantes bênçaos em 2012.
Carinhosamente, bem vindo a este novo degrau na ascençao da vida!
Cordiais Saudações!
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